É minha faceta ancestral. Dos cantos e toques de Umbanda e Candomblé. Do Samba, do Partido Alto e dos Batuques. Daquele que coleciona discos de Capoeira e que se arrepia ao som do Berimbau e dos Atabaques. Daquele que parece que viveu a história de Besouro, do Cafundó, dos Capitães da Areia e tantas outras histórias. É o sangue Nordestino Catimbozeiro e Africano que sei que corre em minhas veias. É, através da Música, visceral, ancestral e religioso. É a transparência do meu maior respeito por toda essa influência, ginga e malandragem inspiradora.